Como...


Velhos sentimentos, trapos, incertezas que nos trás inconstâncias. Olhar para trás e sentir que uma parte de nós não existe mais, se foi, se perdeu no meio de coisas insignificantes, dói muito sabes? Saber que o orgulho e a arrogância venceram esta batalha, olhar para trás e ver que tudo foi levado, porque assim o deixamos. Esta dor, eu sei que não me vai deixar tão cedo, imploro para que se vá embora, mas me persegue, noite e dia, aperta o coração e força as lagrimas. Quero aprender a conviver com o facto de não te ter, adormeço na esperança de amanhã ser um novo dia, sem mágoas, mas quando acordo me apercebo que este dia é sequência do ontem e assim sucessivamente. Algo de errado aconteceu, como é que eu não imaginei que aquele abraço me ia levar para um caminho sem volta, como é que não pensei logo que nem sempre a imagem que vemos no espelho é real, não tive foco.

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