Novamente me encontro... No desencontro, tao longe, tao aqui, tao ali, tão eu, tao só.
Tudo não passa do nada, o mundo acaba por ser tao pouco e tao imenso ao mesmo tempo como se tudo se tornasse inconstante, na mistura, na confusão, na decepção, na ilusão que acaba por magoar, acaba por nos levar ao mais profundo. As vezes, desejaria que o mar me levasse, me embalasse e me deixasse tao longe... Longe do sorriso, do olhar, longe do meu próprio coração.
Desejaria também que ele deixasse de bater, principalmente por ti, de ti, de amor, de saudade... Depois de tantos anos, dias, meses, horas, segundos, não deveria de ser assim, tao assim, tao só que acabamos, quando achávamos que tudo era infinito, ate o nosso amor, mas, no entanto, ate o sofrimento se torna infinito. Alcançar, lutar, fraquejar, desistir, envolver, sofrer, rir e chorar... Alcançar, tudo aquilo, que ate hoje foi inalcançável, as barreiras acabaram por vencer e o amor por ser derrubado. Me encontro aqui, novamente, no desencontro, como ha anos atrás...
Só me resta indicar, que foi falta de amor, falta de tudo e de nada.

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