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A mostrar mensagens de Abril, 2012

Como...

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Velhos sentimentos, trapos, incertezas que nos trás inconstâncias. Olhar para trás e sentir que uma parte de nós não existe mais, se foi, se perdeu no meio de coisas insignificantes, dói muito sabes? Saber que o orgulho e a arrogância venceram esta batalha, olhar para trás e ver que tudo foi levado, porque assim o deixamos. Esta dor, eu sei que não me vai deixar tão cedo, imploro para que se vá embora, mas me persegue, noite e dia, aperta o coração e força as lagrimas. Quero aprender a conviver com o facto de não te ter, adormeço na esperança de amanhã ser um novo dia, sem mágoas, mas quando acordo me apercebo que este dia é sequência do ontem e assim sucessivamente. Algo de errado aconteceu, como é que eu não imaginei que aquele abraço me ia levar para um caminho sem volta, como é que não pensei logo que nem sempre a imagem que vemos no espelho é real, não tive foco.

Sonho? Não.

Parei de ser só um “eu” complicado e abandonado, passei a ser um “nós”. O meu mundo, deixou de ser meu, para ser nosso. Idealizei, imaginei a minha vida para começar a escrever a nossa história. Sorria cada vez que me lembrava de ti e o quão engraçado eramos juntos. Flutuei nas nuvens apaixonada, fiz juras e promessas de amor. Esqueci-me do passado e entrelacei-me no teu caminho. Mudei para te merecer, até criei um mapa que me levava para junto de ti. Vagueei na minha própria mente e encontrei-te várias vezes, andei por ai, na descoberta, na tua procura. Fechei os olhos, pois te encontrei e finalmente… Acordei. Mais um sonho que irá atormentar o meu dia, a vida podia ser boa comigo e me ensinar de uma maneira um pouco mais fácil. Talvez eu até esteja errada, por optar por um jogo mais fácil, mas estou cansada e não nasci com a capacidade de esperar. Não preciso de conversas, nem de desculpas, não preciso de vidas mal idealizadas, mentiras que nos destroem. Sonhos, muito menos sonhos, n…